A ararinha azul acabou

image


Porque o Ararinha-azul está em extinção?

A arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari) é uma espécie ameaçada de extinção que ocorre exclusivamente na caatinga baiana, na região conhecida como Raso da Catarina. O tráfico de animais silvestres e a destruição do habitat são os principais fatores de ameaça à espécie.


Quantas Ararinhas-azuis foram soltas?

Ararinhas-azuis são soltas na natureza 20 anos após serem declaradas extintas. Olha só que notícia boa! No último sábado (11), 8 ararinhas-azuis, espécie até então considerada extinta na natureza desde o ano 2000, foram soltas em uma área de preservação no interior da Bahia.


O que aconteceu ararinha-azul?

A ararinha-azul foi descoberta em 1819 e sofreu gradual processo de extinção na natureza, devido a fatores como a destruição do ambiente e a captura para o comércio ilegal de animais silvestres. Em 1986, a última população selvagem conhecida tinha apenas três indivíduos.


Quantas Ararinhas-azuis existem no Mundo 2022?

Está seriamente ameaçada de extinção, existindo somente 240 indivíduos em cativeiro (em janeiro de 2022), tendo sido declarada extinta na natureza pelo governo brasileiro.


Extinção e Projetos de Conservação

A ararinha azul é considerada extinta na natureza devido à destruição do seu habitat e à caça ilegal e tráfico desses animais. Atualmente existem cerca de 80 animais vivendo em cativeiro no Brasil e no exterior.


Habitat

Era encontrada exclusivamente no Brasil, sendo endêmica da caatinga baiana, vivendo nas matas de galeria, localizadas às margens de riachos da região.


Alimentação

Gosta de comer sementes de pinhão, frutos do juazeiro, além de outros típicos do seu habitat. Os animais de cativeiro são alimentados com ração, que é usada para as aves da mesma família.


Curiosidades

A ararinha azul foi descoberta por Johann Baptist Ritter von Spix em Juazeiro, na Bahia, no ano de 1819. Spix achava que era uma arara azul, depois em 1832, Johann Wagler viu que era outra espécie e a nomeou com spixii em homenagem ao colega.


Distribuição geográfica e habitat

A espécie ocorria principalmente na margem sul do rio São Francisco em matas de galerias dominadas por caraibeiras ( Tabebuia aurea ). A área de registro histórico está situada na região do submédio São Francisco no noroeste da Bahia entre as cidades de Juazeiro e Abaré.


Conservação

A ararinha-azul é classificada pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN) como ” em perigo crítico ” (possivelmente extinta na natureza), na Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção (CITES) aparece no “Appendix I” e pelo Ministério do Meio Ambiente como extinta na natureza desde 2002..


Aspectos culturais

Em 2011, o filme de animação Rio teve como personagem principal uma ararinha-azul. O filme teve uma continuação em 2014, Rio 2, que vê o protagonista Blu e sua família encontrando uma tribo de ararinhas na floresta amazônica – mesmo que na realidade elas venham da caatinga.


Distribuição da ararinha-azul

Ela é encontrada exclusivamente no Brasil, nos Estados da Bahia, ao sul do rio São Francisco, na região de Juazeiro e Curaçá, Pernambuco e Piauí. Habita matas ciliares da caatinga, dominadas por caraibeiras associadas a riachos sazonais.


Características físicas da ararinha-azul

A espécie mede cerca de 55 a 57 centímetros de comprimento. Possui uma envergadura de aproximadamente 1 metro e 20 centímetros e pesa de 300 a 400 gramas.


Alimentação da ararinha-azul

A alimentação da ararinha-azul consiste de flores, frutos, polpa, seiva e principalmente de sementes de imburana, angico, umbu, ficheiro, unha de gato, sementes de pinhão bravo e faveleira, vagens da caraibeira e da baraúna, e os frutos do juazeiro, do pau de colher, facheiros e cactáceas.


Reprodução da ararinha-azul

Sua reprodução ocorre no período chuvoso, de outubro a março. O ninho é feito em troncos naturalmente ocos, principalmente em caraibeiras ou buracos feitos por pica paus.


ararinha-azul em extinção

A espécie está listada como “ criticamente em perigo ” em vez de “extinto na natureza”. Isso se deve porque nem todas as áreas de habitat potencial foram exaustivamente pesquisadas.

image


Extinção E Projetos de Conservação

Image
A ararinha azul é considerada extinta na natureza devido à destruição do seu habitat e à caça ilegal e tráfico desses animais. Atualmente existem cerca de 80 animais vivendo em cativeiro no Brasil e no exterior. Filhotes da Ararinha Azul. Fonte: Plano de Ação Nacional para a Conservação da Ararinha Azul – ICMBio Em …

See more on todamateria.com.br


Habitat

  • Era encontrada exclusivamente no Brasil, sendo endêmica da caatinga baiana, vivendo nas matas de galeria, localizadas às margens de riachos da região.

See more on todamateria.com.br


Características

  • Possui coloração azul, com tom mais claro e acinzentado na cabeça. É menor do que as araras azuis, com menos de 60 cm e pesa entre 300 e 400 gramas. Leia também: 1. Arara Azul 2. Aves 3. Aves Brasileiras 4. Animais da Caatinga

See more on todamateria.com.br


Alimentação

  • Gosta de comer sementes de pinhão, frutos do juazeiro, além de outros típicos do seu habitat. Os animais de cativeiro são alimentados com ração, que é usada para as aves da mesma família.

See more on todamateria.com.br


Classificação

  • Seu nome científico é Cyanopsitta spixii, a única do gênero e pertence à família Psittacidae. Veja a seguir sua classificação: 1. Reino: Animalia 2. Filo: Chordata 3. Classe: Aves 4. Ordem: Psittaciformes 5. Família: Psittacidae

See more on todamateria.com.br


Curiosidades

  1. A ararinha azul foi descoberta por Johann Baptist Ritter von Spix em Juazeiro, na Bahia, no ano de 1819. Spix achava que era uma arara azul, depois em 1832, Johann Wagler viu que era outra espécie…
  2. Assim como outros psitacídeos, a ararinha azul é monogâmica, permanecendo com o mesmo parceiro pelo resto da vida.
  1. A ararinha azul foi descoberta por Johann Baptist Ritter von Spix em Juazeiro, na Bahia, no ano de 1819. Spix achava que era uma arara azul, depois em 1832, Johann Wagler viu que era outra espécie…
  2. Assim como outros psitacídeos, a ararinha azul é monogâmica, permanecendo com o mesmo parceiro pelo resto da vida.
  3. O filme de animação “Rio” conta a história de uma ararinha azul macho criada fora do Brasil e que ao retornar encontra uma fêmea e formam uma família.
  4. O livro infanto-juvenil “SOS Ararinha Azul” narra a história de um menino que viaja para a pequena cidade baiana de Curaçá, onde descobre o que é tráfico de animais.


Descrição geral

A ararinha-azul (nome científico: Cyanopsitta spixii, do grego: kuanos “azul-piscina; ciano” + do latim: psitta, “papagaio”; e spixii, em homenagem a Johann Baptist von Spix) é uma espécie de ave da família Psittacidae endêmica do Brasil. É a única espécie descrita para o gênero Cyanopsitta. Outros vernáculos associados a esta espécie são arara-azul-de-spix e arara-celeste. Habitava matas de galeria dominadas por caraibeiras associadas a riachos sazonais no extremo norte do …


Nomenclatura e taxonomia

A primeira descrição da espécie foi feita por Johann Baptist von Spix em 1824 com o nome de Arara hyacinthinus. No entanto, o epíteto específico estava pré-ocupado pelo Psittacus hyacinthinus descrito por John Latham em 1790. Johann Georg Wagler, que foi assistente de von Spix na publicação do livro de 1824, substituiu o nome científico da espécie para Sittace spixii em 1832. Em 1854, Charles Lucien Bonaparte descreveu um novo gênero para a espécie, o Cyanopsi…


Distribuição geográfica e habitat

A espécie ocorria principalmente na margem sul do rio São Francisco em matas de galerias dominadas por caraibeiras (Tabebuia aurea). A área de registro histórico está situada na região do submédio São Francisco no noroeste da Bahia entre as cidades de Juazeiro e Abaré. Os únicos registros confirmados estão nas proximidades da cidade de Juazeiro, onde o holótipo foi coletado em abril de 1819 por von Spix durante a Expedição Austríaca ao Brasil, e na área dos ri…


Características

A ararinha-azul mede de 55-60 centímetros de comprimento, possui uma envergadura de 1,20 metros e pode pesar de 286 a 410 gramas. A plumagem possui vários tons de azul. O ventre tem um tom pálido a esverdeado enquanto o dorso, asas e cauda tons mais vividos. As extremidades das asas e cauda são pretas. A fronte, bochechas e região do ouvido são azul-acinzentados. O loro e o …


Ecologia e comportamento

As informações sobre a ecologia e o comportamento da ararinha são limitadas, já que as pesquisas só começaram na década de 80, quando somente três indivíduos restavam na natureza. Os dados obtidos da observação dos três últimos espécimes foram insuficientes para a dedução de informação confiável sobre as necessidades biológicas e de habitat da espécie.


Conservação

A ararinha-azul é classificada pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN) como “em perigo crítico” (possivelmente extinta na natureza) , na Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção (CITES) aparece no “Appendix I” e pelo Ministério do Meio Ambiente como extinta na natureza desde 2002.


Aspectos culturais

Em 2011, o filme de animação Rio teve como personagem principal uma ararinha-azul. O filme teve uma continuação em 2014, Rio 2, que vê o protagonista Blu e sua família encontrando uma tribo de ararinhas na floresta amazônica – mesmo que na realidade elas venham da caatinga.

Leave a Comment