A atmosfera do planeta está acabando

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Conforme mencionamos anteriormente, a atmosfera terrestre ajuda a manter o calor que recebemos do Sol próximo à superfície. Portanto, depois de termos morrido azuis de falta de ar, a temperatura do nosso planeta começaria a despencar gradativamente, e a média global passaria a ser de –18 °C — em vez dos muito mais agradáveis 15 °C atuais.

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Qual a importância da atmosfera terrestre para o nosso planeta?

Conforme mencionamos anteriormente, a atmosfera terrestre ajuda a manter o calor que recebemos do Sol próximo à superfície. Portanto, depois de termos morrido azuis de falta de ar, a temperatura do nosso planeta começaria a despencar gradativamente, e a média global passaria a ser de –18 °C — em vez dos muito mais agradáveis 15 °C atuais.

Qual é a composição atmosférica do planeta?

A composição atmosférica do planeta, um gigante de gás, é responsável pela grande emissão de descargas elétricas e atividade radioativa. Composição da atmosfera: 75% de hidrogênio e 24% de hélio.

Qual é a composição da atmosfera?

Cada atmosfera tem uma composição diferente, a maior parte dela é bastante rarefeita. É importante destacar que a composição da atmosfera da Terra é a única no Sistema Solar que permite a existência da vida tal como a conhecemos.

Quais são as principais características da atmosfera do planeta Mercúrio?

A atmosfera de Mercúrio é quase inexistente. Fatores como a gravidade baixa e a temperatura elevada levaram ao seu desaparecimento. Uma vez que a sua massa é muito pequena, a atmosfera desse planeta é bastante rarefeita.

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Vênus

A atmosfera de Vênus é considerada extremamente densa. Dessa densidade resulta que uma grande porcentagem de luz solar é refletida, o que torna Vênus brilhante e, assim, dificulta a observação da sua superfície.


Júpiter

O campo magnético de Júpiter permite a criação de intensa atividade boreal. Os ventos na superfície do planeta provocam uma tempestade atmosférica conhecida como “grande mancha vermelha”.


1. Um belo de um asteroide

Há mais de mil deles perto da Terra, esperando a hora de cair. Sim os astrônomos estimam que existam mais ou menos 1.100 mil desses bólidos com 1 km de diâmetro mais passando rotineiramente pelas redondezas da Terra – todos com o potencial de causar uma catástrofe planetária.


2. Quebra-pau nuclear generalizado

Ah, mais isso é tão anos 50… Não a ameaça nuclear segue viva, e seguirá assim para sempre, já que não dá para desinventar as armas atômicas. Há 22 mil ogivas nucleares no mundo. Os donos dos maiores arsenais continuam sendo Estados Unidos e Rússia. Mas, como a Guerra Fria congelou faz tempo, o risco de uma catástrofe atômica acabou, certo? Errado.


3. Supervulcões

Quando um vulcão no Chile ou na Islândia começa a soltar cinzas no ar, já é um transtorno. Mas tudo isso é fichinha perto do que podem fazer os supervulcões. Um supervulcão é tão grande que nem dá para ver. A boca dele fica no chão e está coberta de terra. E que boca: caberia uma cidade inteira dentro dela.


5. A extinção do nosso campo magnético

O campo magnético da Terra é uma entidade bacana: faz com que todas as bússolas apontem para o norte. Sem ele (ou seja, sem as bússolas), as Grandes Navegações do século 16 teriam acontecido séculos mais tarde. E hoje este texto talvez não estivesse em português.


6. Um hipervírus

Imagine um vírus letal como o HIV, mas que se espalha fácil como o da gripe. Se a natureza não produzir um por conta própria, nós poderemos fazer por conta própria. A possibilidade de combinar a engenharia genética ao arsenal de organizações terroristas é mais que especulação.


7. Um aquecimento global de proporções venusianas

Você até já enjoou de ouvir falar em aquecimento global, o fato de que o mundo deve esquentar 4 ou 5 °C nos próximos 100 anos. Ok. Mas e se forem 400 °C? É o que o efeito estufa causou em Vênus, onde faz 480 °C.


8. Uma espiral glacial

Resfriamento global. Nos anos 70, esse seria o responsável mais provável pelo fim do mundo. Agora, que só se fala em aquecimento global, o resfriamento saiu de moda. Mas como hipótese continua tão realista quanto antes. Ou mais. Pesquisas relativamente recentes mostram que podemos, sim, acabar congelados.

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Sucessão de Catástrofes

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Após o susto de ver animais caindo do céu e do silêncio, vem o que você já deve ter imaginado; ou seja, nós morreríamos por conta da falta de oxigênio — e em cerca de 3 minutos. O pior é que nem mesmo os pacientes conectados a respiradores nos hospitais ou os mergulhadores equipados com cilindros poderia…

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A Desgraça Continua

  • Não pense que as criaturas marinhas conseguiriam sobreviver por muito mais tempo do que as terrestres. Com a falta de pressão atmosférica, a temperatura de ebulição da água cairia drasticamente, o que significa que, antes de congelar por conta da perda de calor da superfície, boa parte do oceano evaporaria, criando uma nova atmosfera composta por vapor de água — m…

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Possibilidades

  • De acordo com Natalie, uma das formas de tentar sobreviver à perda da atmosfera seria construir domos pressurizados e enchê-los com plantas — para que elas pudessem lidar com o dióxido de carbono produzido por nós e servir como fonte de alimentos. Possibilidade de lar subaquático A outra opção seria viver debaixo d’água, já que a pressão aos 10 met…

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Outro Cenário Desastroso

  • Imagine que, em vez de a atmosfera desaparecer de repente, ela caísse sobre as nossas cabeças. Você acha que o estrago seria menor? Pois, embora as camadas que envolvem a Terra sejam “invisíveis”, elas são formadas por um sem fim de moléculas — e elas têm peso. Muito peso. Isso tudo pesa um bocado! Todo o oxigênio, nitrogênio, metano, hélio, dióxido de carbono…

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