Como a açao humana agrava o problema das secas

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Qual a principal ação humana que pode agravar o problema da seca?

Desmatamento e aquecimento provocado pela emissão de CO2 agravaram falta de chuvas na região, apontam cientistas. Futuras secas podem se tornar mais severas e mais frequentes, alertam.


Como a ação humana pode contribuir para a seca?

Efeitos do desmatamento O desmatamento agrava períodos de seca porque a perda da cobertura vegetal reduz a transferência de água para a atmosfera, a chamada evapotranspiracão (evaporação do solo somada à transpiração das plantas), resultando em menos chuvas.


Como a ação antrópica ação humana acaba agravando as secas?

A ação humana pode acabar ajudando a intensificar os efeitos da seca se não há uma perspectiva ecológica. Quando se faz usos extremados da água para quaisquer atividades produtivas, por exemplo, se corre o risco de agravar o problema das secas.


Que soluções podem ser apontadas para a convivência com a seca?

Construção de cisternas de baixo custo para armazenamento de água por maiores períodos e adoção de práticas corretas de irrigação (água em excesso causa o acúmulo de sais minerais que também em excesso fazem mal e causam a degradação do solo), são algumas práticas de convívio com a semiaridez já adotadas por produtores …


O que caracteriza a seca?

A seca é um fenômeno natural que não possui uma definição rigorosa e universal. Pode ser entendida como deficiência em precipitação (chuva) por um extenso período de tempo, resultando em escassez hídrica com repercussões negativas significativas nos ecossistemas e nas atividades socioeconômicas.


Quais são as consequências da seca?

A seca é o resultado de um déficit de chuva num determinado local por um longo período de tempo. Esta falta de chuva pode causar uma grave deterioração da fauna ao redor, além de danificar o habitat e reduzir o abastecimento de água a animais e humanos.


Degradação ameaça resiliência da caatinga à seca

O pesquisador Humberto Barbosa, coordenador do Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites (LAPIS), é um dos autores do estudo e ressaltou como essa metodologia permite avaliar a complexidade da resposta da vegetação da Caatinga às condições climáticas.


Tecnologia permite detectar secas com precisão

A pesquisa consolida o produto Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI), do satélite Meteosat, cujo algoritmo foi elaborado desde 2008, pelo LAPIS, juntamente com o Instituto de Meteorologia da Turquia.


Secas e capacidade de resposta da vegetação

O artigo também analisou a seca plurianual, no Semiárido brasileiro, no período de 2012 a 2016, considerado os cinco anos mais críticos, em termos de totais de chuvas, desde 1901. Durante o quinquênio, com o transcorrer dos anos, identificou-se o progressivo agravamento dos efeitos da seca.


Conclusões

O impacto da seca 2012-2016, em função da excepcional redução nas chuvas, influenciou a dinâmica da seca vegetativa da Caatinga, que apresentou uma forte queda na atividade ecossistêmica, contrastando com lavouras irrigadas, pouco afetada pela seca.

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