Como acabou a revolta farroupilha

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Como terminou a revolução da Farroupilha? Ouça em voz altaPausarEm 1845, após vários conflitos militares, enfraquecidos, os farroupilhas aceitaram o acordo proposto por Duque de Caxias e a Guerra dos Farrapos terminou.

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Quais foram os principais acontecimentos da Revolução Farroupilha?

Em 1845, os rebeldes aceitaram a proposta de paz oferecida pelo governo. O Tratado de Poncho Verde estabelecia: anistia; incorporação dos oficiais farroupilhas ao exército imperial; libertação dos escravos que haviam lutado ao lado dos farroupilhas; devolução das terras que haviam sido tomadas dos rebeldes;

Quais foram os principais líderes da Revolução Farroupilha?

Dentre os líderes da Revolução Farroupilha, podem ser destacados os seguintes nomes: Bento Gonçalves: filho de ricos fazendeiros, era militar e foi um dos líderes da revolução, sendo nomeado presidente da República Rio-Grandense.

Qual a importância da cidade de Farroupilha?

A cidade era, junto com Porto Alegre e Rio Grande, uma das mais importantes do estado, contando com quase o dobro de habitantes da capital. A concentração de tropas imperiais chamou a atenção dos farroupilhas, conscientes das possíveis consequências desta tropa quando se movimentasse.

Quais foram as causas da Guerra dos Farrapos?

Causas. Em setembro de 1836, os farrapos declararam a separação do Rio Grande do Sul do Brasil e a fundação da República de Piratini. [1] A Guerra dos Farrapos aconteceu, principalmente, por causa da insatisfação dos estancieiros gaúchos com a política fiscal do governo brasileiro. No século XIX, a província do Rio Grande do Sul tinha como …

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¿ O que é a revolucionão farropoinha?

A Revolução Farroupilha, também chamada de Guerra dos Farrapos ou Decênio Heróico (1835 – 1845), eclodiu no Rio Grande do Sul e configurou-se na mais longa revolta brasileira.


¿Porque o Rio Grande do Sul é o palco da guerra?

O Rio Grande do Sul foi palco das disputas entre portugueses e espanhóis desde o século XVII. Na ideia dos líderes locais, o fim dos conflitos deveria inspirar o governo central a incentivar o crescimento econômico do sul, como pagamento às gerações de famílias que se voltaram para a defesa do país desde há muito tempo. Mas não foi isso que ocorreu.


Antecedentes e causas

A justificativa original para a revolta baseia-se no conflito político entre os liberais, que propugnavam o modelo de estado com maior autonomia às províncias, e o modelo imposto pela constituição de 1824, de caráter unitário.


Os Farrapos

Farroupilhas ou farrapos é a maneira como foram chamados todos os que se revoltaram contra o governo imperial, e que culminou com a Proclamação da República Rio-Grandense.


A proclamação da república

No início de setembro de 1836 Antônio de Sousa Neto deslocou-se à região de Bagé, onde o imperial João da Silva Tavares, vindo do Uruguai, mantinha o desassossego entre os farroupilhas residentes. A Primeira Brigada de Neto, com quatrocentos homens atravessou o arroio Seival e encontrou as tropas de Silva Tavares (560 homens) sobre uma coxilha.


Batalha do pampa

No dia 12 de setembro, um dia após a Proclamação da República Rio-Grandense por Antônio de Sousa Neto, a seguir à vitória na Batalha do Seival, houve a solenidade de lavratura e assinatura da Ata de Declaração de Independência, pela qual os abaixo-assinantes declaravam não embainhar suas espadas, e derramar todo o seu sangue, antes de retroceder de seus princípios políticos, proclamados na presente declaração.


A guerra sem Bento

Na sessão extraordinária da Câmara de Piratini, na primeira capital da República Rio-Grandense, em 6 de novembro de 1836, procedeu-se formalmente a votação para Presidente da República, conforme os parâmetros da época.


Gonçalves assume a presidência

Em 15 de março de 1837, Bento Gonçalves tentou escapar da prisão, no Rio de Janeiro, junto de outros companheiros. Porém Pedro Boticário não conseguiu passar por uma janela, por ser muito gordo, e, em solidariedade, Bento Gonçalves desistiu da fuga, na qual escaparam Onofre Pires e o coronel Corte Real.


Queda da “Tranqueira Invicta”

Com a dificuldade em quebrar a resistência de Porto Alegre, os farroupilhas resolveram voltar-se contra Rio Pardo, onde estava concentrada uma divisão do exército imperial, com dois batalhões de infantaria e dois corpos de cavalaria, comandada pelo marechal Sebastião Barreto Pereira Pinto.


Contexto histórico da Guerra dos Farrapos

O Rio Grande do Sul era uma província que possuía uma grande quantidade de estancieiros e charqueadores, os quais criavam gado e produziam charque, respectivamente.


Principais acontecimentos na Guerra dos Farrapos

Grandes líderes dos farrapos (gaúchos que lutaram na Guerra dos Farrapos) reuniram-se, no dia 18 de setembro de 1835, e decidiram que a revolta seria iniciada dois dias depois (20 de setembro). Quando a revolta foi iniciada, ela não tinha caráter separatista, mas o decorrer dos acontecimentos levou-a ao caminho do separatismo.


Desfecho da Guerra dos Farrapos

Como mencionado, os farrapos começaram a enfraquecer-se a partir de 1840 por causa do fim de outras revoltas provinciais e pela nomeação do Barão de Caxias como comandante das tropas imperiais. O barão, por meio de táticas militares e diplomacia, conseguiu ampliar o enfraquecimento dos farrapos, forçando-os a negociar.


Guerra dos Farrapos e a escravidão

A Guerra dos Farrapos é identificada pelos historiadores como um acontecimento alvo de profunda mitificação no estado do Rio Grande do Sul. Um dos assuntos pelo qual a mitificação acontece está na questão relacionada à escravidão.


Causas da Guerra dos Farrapos

A Guerra dos Farrapos foi promovida pela classe dominante gaúcha. Constituída de estanceiros que eram os donos de grandes propriedades rurais, gado e negros escravizados. Indignados com os elevados impostos territoriais, além de altas taxas sobre as exportações de charque, couro e sebos.


Os Conflitos Farroupilhas

No dia 20 de setembro de 1835, uma revolta armada, com pouco mais de 200 cavaleiros se estabeleceu nos arredores da capital, Porto Alegre. Uma pequena força armada enviada para dispersar os rebeldes foi repelida e obrigada a regressar.


O Massacre de Porongos e o fim do conflito

Em 1842, para terminar com o conflito, Luís Alves de Lima e Silva, o futuro Duque de Caxias, foi nomeado presidente do Rio Grande do Sul e comandante das armas. O objetivo era acabar com a luta e pacificar a província.

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Tópicos Deste Artigo


Causas

  • A Guerra dos Farrapos aconteceu, principalmente, por causa da insatisfação dos estancieiros gaúchos com a política fiscal do governo brasileiro.No século XIX, a província do Rio Grande do Sul tinha como principal produto o charque (carne-seca), que era vendido como principal alimentação dos escravos no Sudeste e Nordeste do Brasil. O charque era produzido pelos char…

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Resumo Dos Acontecimentos

  • Como vimos, a revolta realizada pelos farrapos iniciou-se em 20 de setembro de 1835 e espalhou-se por parte considerável do território do Rio Grande do Sul. Entretanto, o anúncio da separação da província só aconteceu em setembro de 1836, dando origem à República Rio-Grandense, também conhecida como República de Piratini. A Guerra dos Farrapos teve como líder o estanci…

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Fim Da Guerra Dos Farrapos

  • A paz foi assinada no Tratado de Poncho Verde, em que os farrapos colocaram fim na revolta e, na condição de derrotados, aceitaram os termos propostos pelo governo. O acordo realizado entre o governo brasileiro e os farrapos estipulou: 1. Taxação em 25% sobre o charque estrangeiro; 2. Anistia para os envolvidos com a revolta; 3. Incorporação dos mi…

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OS Farrapos Eram Abolicionistas?

  • Os historiadores sabem atualmente que, ao lado dos farrapos, houve grande participação de escravos e negros libertos. Tal participação ocorreu pela habilidade de muitos deles em funções importantes. No entanto, muitos desses escravos também aderiram à luta dos estancieiros por (falsas) promessas de liberdadeque lhes haviam sido feitas. A revolta realizada pelos farrapos …

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