O lodo efluentes produção açaí

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Qual a diferença entre o lodo primário e lodo secundário?

lodo primário (ou bruto): composto por sólidos suspensos, basicamente partículas de material orgânico; lodo biológico ou lodo secundário: resíduo removido dos decantadores secundários ou lagoas de sedimentação após reatores biológicos, composto por biomassa e por isso sua composição é predominantemente orgânica.


Como funciona o tratamento de lodo?

Incineração: os resíduos são queimados a uma temperatura de 1200º graus durante o processo, reduzindo o volume e aproveitando a produção de calor e energia. Todos essas formas de destinação apontam para caminhos diferenciados em relação a destinação do lodo para os aterros sanitários.


Qual a finalidade da estabilização do lodo?

Os objetivos dos processos de estabilização do lodo de esgoto são: Reduzir seu conteúdo em microrganismos patogênicos. Inibir, reduzir ou eliminar o potencial de putrefação do lodo e, conseqüentemente, seu potencial de produção de odores.


Qual a composição do lodo de esgoto?

O lodo de esgoto é um resíduo sólido não perigoso e não inerte gerado no tratamento biológico de esgotos sanitários. A sua composição é predominantemente orgânica, com 60 a 75% de matéria orgânica (base matéria seca), devido ao excedente de biomassa microbiana cultivada no processo de tratamento dos esgotos.


Quais são as etapas do tratamento do lodo?

No caso dos lodos, os tipos de tratamento estão divididos em adensamento, estabilização, desaguamento, secagem térmica e incineração.


Como é feita a remoção do lodo produzido?

Outro equipamento utilizado para realizar o desaguamento do lodo é o Filtro Prensa. Nele, o lodo úmido é bombeado em alta pressão e os sólidos ficam retidos e se acumulam em seu tecido filtrante. Já a água filtrada permeia o tecido e escoa através de canais existentes em suas placas.


O que seria a estabilização de resíduos sólidos e quais suas formas mais comuns?

Uma tecnologia bastante utilizada para esses resíduos é a chamada Solidificação/Estabilização (S/E), um termo que se refere a uma categoria de processos de tratamento de resíduos que tem como finalidades principais: (i) reduzir a mobilidade do contaminante pela sua imobilização química e/ou física, (ii) melhorar as …


Qual a composição química do lodo?

Em todos os lodos houve expressiva participação do conteúdo protéico na matéria orgânica, que foi de aproximadamente 43, 42, 28 e 25 % para os lodos de esgoto LAC, LAP, LAS, LLP e CL, respectivamente.


Qual a composição do esgoto sanitário?

Compõem-se essencialmente da água de banho, excretas, papel higiênico, restos de comida, sabão, detergentes e águas de lavagem. As fezes humanas compõem-se de restos alimentares ou dos próprios alimentos não transformados pela digestão, integrando-se as albuminas, as gorduras, os hidratos de carbono e as proteínas.


Porque o lodo é um grande problema ambiental urbano?

Isto se deve, porque o lodo apresenta em sua composição, além das células microbianas nele desenvolvidas, células de organismos patogênicos ao homem e metais pesados, portanto com potencial poluidor se não for disposto adequadamente.


Classificação do lodo

No tratamento de efluentes, alguns processos como coagulação e floculação são capazes de auxiliar na remoção de substâncias em suspensão e que por vezes não são sedimentáveis.


Os métodos de tratamento do lodo sólido mais comuns são

Digestão anaeróbia: tratamento por decomposição que gera biogás, sendo que as sobras de resíduos sólidos podem ser tratadas por meio de compostagem, resultando em composto orgânico de uso seguro na agricultura;


Compostagem: alternativa ambientalmente segura e definitiva por meio da transformação do lodo em fertilizante orgânico

A técnica se utiliza de microrganismos aeróbios presentes nos próprios resíduos, permitindo a produção de produtos como fertilizantes orgânicos compostos e condicionadores de solos. O lodo sólido (desaguado) pode ir direto para esse processo, sem precisar passar por processos auxiliares de bioestabilização.


Saiba o que é a gestão de efluentes

A primeira coisa a saber é o que é um efluente. É chamado assim todo o resíduo resultante de ações humanas e que pode ser tratado para despejo em corpos d’água ou na rede de esgoto. Eles são separados em efluentes líquidos e gasosos, e podem ser industriais ou domésticos.


Conheça as melhores práticas para o tratamento de efluentes

Para tratar esses esgotos gerados nas nossas casas ou na indústria, é preciso saber qual a sua carga poluidora e quais possíveis contaminantes estão presentes nele.


Veja as etapas do tratamento convencional

Nas estações de tratamentos de efluentes convencionais, são processados os efluentes domésticos, geralmente de fundo sanitário, e os industriais, mas sem grandes complexidades. Ambos passam por algumas etapas, que variam conforme a tecnologia utilizada e as características do efluente, até serem considerados aptos para devolução ao meio ambiente.


Entenda quais são os desafios da gestão de efluentes no Brasil

Vimos que é possível tratar os efluentes domésticos e industriais e dar bom uso para ele de forma sustentável e preocupada com o meio ambiente. No entanto, 51% dos esgotos gerados no país não são tratados, o que resulta em prejuízos para a saúde da população e para a natureza, com contaminação do solo e dos recursos hídricos.


Lodos de ETAs e ETEs

Os lodos de ETAs têm sido dispostos em cursos de água sem nenhum tratamento. Todavia essa prática tem sido questionada pelos órgãos ambientais devido aos possíveis riscos à saúde pública e à vida aquática.


Soluções economicamente viáveis e ambientalmente vantajosas

A busca de soluções economicamente viáveis e ambientalmente vantajosas para o tratamento e disposição final de lodos de ETAs continua sendo um desafio em vários países, principalmente no Brasil, onde o assunto é mais recente. A caracterização adequada do lodo é o passo inicial para poder avançar nesse sentido.


Logística Reversa e Logística Verde

A logística reversa preocupa-se principalmente com o retorno dos resíduos de pós-consumo e pós-venda ao ciclo produtivo, agregando-lhes valor econômico, logístico e ambiental.


Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS

A Lei 12.305, de 02 de agosto de 2010, instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que dispõe diretrizes relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos sólidos. Também identifica as responsabilidades dos geradores de resíduos e do poder público.


Lodo de Esgoto

A quantidade gerada de lodo de esgoto cresce proporcionalmente ao aumento dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, que, por sua vez, deve acompanhar o crescimento populacional.


Tipos de Tratamento

Os tratamentos necessários envolvem processos de adensamento, desaguamento, estabilização e higienização, dependendo do destino final. O adensamento e o desaguamento visam principalmente à redução do volume de água e a redução do volume do lodo, respectivamente.


Transporte, Movimentação e Armazenagem do Lodo

Como em toda operação logística, os custos com transporte têm grande influência sobre os custos totais da operação. No caso do lodo, os custos com movimentação e transporte estão diretamente ligados ao seu teor de umidade.


O que são os efluentes

Efluentes são os resíduos provenientes das indústrias, dos esgotos e das redes pluviais, que são lançados no meio ambiente, na forma de líquidos ou de gases. A palavra efluente significa aquele que flui. É qualquer líquido ou gás gerado nas diversas atividades humanas e que são descartados na natureza.


Efluentes domésticos

Os efluentes domésticos ou esgotos sanitários são os dejetos produzidos na cozinha ou banheiro das casas, edifícios e indústrias, composto de 99,9% de água, e o restante de sólidos orgânicos e inorgânicos e de micro-organismos.


Efluentes líquidos

Efluentes líquidos são os resíduos provenientes dos esgotos sanitários, das indústrias, dos lixões, das redes pluviais e da agricultura, resultado das atividades humanas.


Tratamento primário

Durante o tratamento primário realiza-se a remoção de materiais grosseiros, sólidos em suspensão (esta etapa também pode ser chamada de tratamento preliminar), sólidos sedimentáveis, parte da matéria orgânica e também o ajuste de pH. Se após esta etapa o efluente estiver de acordo com os padrões de despejo, pode ser lançado no corpo receptor.


Tratamento secundário

No tratamento secundário é realizada principalmente a degradação biológica de compostos orgânicos, acarretando também na decomposição de carboidratos, lipídios e proteínas em compostos mais simples como H2O, CO2, NH3, CH4, H2S etc., dependendo do processo predominante. Este processo é conduzido por microorganismos.


Tratamento terciário

Por fim, o tratamento terciário tem como principal objetivo a remoção de nutrientes ( fósforo e o nitrogênio ), de compostos tóxicos e contaminantes específicos, além da desinfecção.

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